Treinamento comportamento animal de estimação

Bird Senses: Entendendo seu mundo

Bird Senses: Entendendo seu mundo

Para sobreviver, todos os organismos devem confiar em seus sentidos para adquirir informações sobre seu ambiente. Os pássaros são criaturas sensíveis e têm os mesmos cinco sentidos básicos que nós: visão, audição, toque, paladar e olfato. No entanto, seus sentidos são um pouco diferentes porque são personalizados para o modo de vida dos pássaros. E, como as pessoas, visão e audição são os dois sentidos mais importantes para os pássaros.

Vista aérea da vista

A visão é importante para os pássaros, porque eles dependem de sua visão para encontrar comida, abrigo e seus companheiros. Os pássaros podem julgar com precisão as distâncias ao voar, pousar e procurar comida. A visão varia de espécie para espécie.

Você certamente já ouviu a expressão "olho de águia" ao se referir a alguém com visão aguçada. Isso porque uma águia pode avistar comida enquanto voa uma milha acima da terra. Estima-se que espécies predadoras, como águias, falcões e corujas, tenham uma visão mais nítida e possam determinar detalhes de itens duas a três vezes mais distantes do que a capacidade visual humana.

Fisicamente, os olhos dos pássaros são enormes, e olhos grandes significam uma imagem grande e nítida. Em proporção ao peso da cabeça, um olho estorninho é 15 vezes o peso de um olho humano. As células cônicas nos olhos fornecem visão e acuidade das cores. Alguns olhos de falcão têm cinco vezes mais cones por polegada quadrada do que os olhos humanos. Olhos de corujas e outras aves noturnas são especialmente densamente cheios de células-tronco para ver melhor com pouca luz.

Além de um campo visual mais nítido, os pássaros são capazes de detectar movimentos facilmente e podem interpretar completamente uma visão muito breve. Para as pessoas, um breve flash de uma imagem não dá ao nosso cérebro tempo suficiente para processar e entender o que vemos. Para os pássaros, isso não é um problema.

Algumas espécies têm olhos no lado da cabeça e não têm a melhor visão binocular. Eles devem mover a cabeça inteira para olhar diretamente de um lugar para outro e obter uma imagem completa. Sua percepção de profundidade também está ausente. Para pássaros com olhos voltados para a frente, como corujas, isso não é uma preocupação.

Você ouve o que eu ouço?

Apesar da ausência de ouvidos óbvios, os pássaros parecem ouvir quase tão bem quanto as pessoas. Algumas espécies, principalmente as predadoras, têm uma capacidade auditiva extremamente boa. Por exemplo, a coruja do celeiro pode detectar, localizar e hospedar um pequeno mouse apenas pelo som - a meio quarteirão de distância. Como as pessoas, as corujas dizem de onde vêm os sons fracos medindo as diferenças em quanto tempo os sons levam para chegar a cada ouvido. Por exemplo, o som vindo da esquerda é mais alto e chega mais cedo à orelha esquerda do que à direita.

Uma das principais razões pelas quais os pássaros não têm lóbulos das orelhas é que a maior parte do tempo é gasta voando. Com os lóbulos das orelhas, esse vento correndo enquanto o pássaro voa resultaria em dificuldades para ouvir qualquer coisa. Para evitar isso, os canais auditivos são cobertos apenas por pequenos tufos de penas.

Cheiro e Gosto

Pensa-se que o olfato e o paladar dos pássaros sejam bastante pobres. Uma das poucas espécies de aves conhecidas por ter um bom senso de olfato é o abutre de peru. Esses pássaros são capazes de cheirar tecidos em decomposição a grandes distâncias. Um olfato também é importante para outras aves. Pássaros que andam no oceano, como albatrozes, petréis e cisternas, usam o cheiro para encontrar comida, locais para ninhos e talvez até companheiros. Os kiwis da Nova Zelândia farejam o chão e encontram vermes e larvas enterrados no escuro da noite. Suas narinas estão localizadas perto da ponta do bico longo. Muitos pássaros, no entanto, têm um olfato pouco desenvolvido.

O sentido do paladar também é questionável. Alguns pesquisadores acreditam que os pássaros têm um péssimo senso de paladar, o que pode ser demonstrado pela persistência de mastigar plástico da mesma forma que os itens alimentares.